MANDALAS PERSONALIZADAS

Antonietta Graziano Forcione em 1 de Novembro de 2008 @ 17:50

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Galeria de Mandalas

“Uma mandala personalizada ou mandala pessoal é um instrumento de trabalho para ampliação da consciência. É feita com base em informações da pessoa que deseja ter uma mandala dessas, que ao solicitar envia dados pessoais para que a mandala possa ser feita.
A mandala quando pronta poderá ser colocada num lugar especial da casa do solicitante, não faz mal que outras pessoas a vejam, mas o seu dono não deveria falar para outras pessoas o que essa mandala trabalha nele, nem para que ela foi feita, pois é um instrumento sutil e privado que deve ser preservado pelo dono da mandala. Mesmo assim, essa mandala harmonizará ambiente, pois toda mandala quando feita de forma especial faz isso.
Trabalhar com mandalas é uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.” Antonietta


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MANDALA DA CRIATIVIDADE

Antonietta Graziano Forcione em 29 de Outubro de 2008 @ 18:57

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É POSSÍVEL DESCOBRIR NA TRISTEZA E NA DOR UMA NOVA CONSCIÊNCIA

Osho

Até agora, você viveu de um determinado modo - você não gostaria de viver de um modo diferente? Até agora, você pensou de um certo modo - você não gostaria de vislumbrar novas perspectivas? Então fique alerta e não dê ouvidos à mente.

A mente é o seu passado, tentando, constantemente, controlar o seu presente e o seu futuro. É o passado morto que continua a controlar o presente vivo. Simplesmente fique alerta com relação a isso.

Mas qual é o caminho? Como a mente continua a fazer isso? A mente o faz com o seguinte - ela diz: ‘Se você não me der ouvidos, não será tão eficiente quanto eu. Se fizer uma coisa habitual, poderá ser mais eficiente, porque já a fez antes. Se fizer uma coisa nova, você não poderá ser tão eficiente’.

A mente continua a falar como um economista, um especialista em eficiência.
Continua a dizer: ‘É mais fácil fazer isso assim. Por que fazer do modo mais difícil? Siga a lei do menor esforço’.

Lembre-se: sempre que você tiver duas coisas, duas opções, escolha a nova. Escolha a mais difícil, escolha aquela que exigirá maior consciência. Em vez da eficiência, escolha sempre a consciência. Assim, você criará a situação ideal para a meditação.

Tudo isso são apenas algumas sugestões; a meditação acontecerá - não estou dizendo que apenas por realizá-las você entrará em meditação,- mas elas serão úteis: produzirão em você a condição necessária, sem a qual a meditação não pode ocorrer.

Seja menos eficiente, porém mais criativo. Deixe que esse seja o estímulo. Não se preocupe muito com fins utilitários. Em vez disso, lembre-se constantemente de que você não está aqui na vida para se tornar uma mercadoria. Você não está aqui para se tornar algo útil; isso seria pouco digno. Você não está aqui para se tornar cada vez mais eficiente.

Você está aqui para se tornar cada vez mais vivo; você está aqui para se tornar cada vez mais inteligente; você está aqui para se tornar cada vez mais feliz, extasiantemente feliz. Mas isso é totalmente diferente dos caminhos da mente”.

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TEMPO MÁGICO

Antonietta Graziano Forcione em 26 de Outubro de 2008 @ 22:34

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TEMPO MÁGICO

Por Rubem Alves)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.

Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos a limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena

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CARTA DE UM HOMEM SOBRE UMA MULHER - UMA MANDALA FEMININA

Antonietta Graziano Forcione em 8 de Setembro de 2008 @ 19:07

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A carta de um Homem (sobre as Mulheres) - autor desconhecido

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo
de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é
visual.
Isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa
quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de
medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas,
femininas…. Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada
por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as
mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e
parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a
doçura..
A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem!
Para andar de cara lavada, basta a nossa… sem graça. Os cabelos, quanto
mais tratados, melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.
Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam
conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a
natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu
reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá
embalado no sótão.

É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo
magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha,
simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca
terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por
uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com
sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!

As jovens são lindas… mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos
fortes. Por Karin a Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore,
somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não
podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que
usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos
18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio,
alegres, e que sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja,
aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro,
não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota
e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade;
quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar,
economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de
estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que
fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’, nem em
Spa…
viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da
gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem
querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que
acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no!
Cuidem-se!
Amem-se!
A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Assinado: UM HOMEM

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MANDALAS E O USO TERAPÊUTICO

Antonietta Graziano Forcione em 29 de Agosto de 2008 @ 21:10

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Por Antonietta G. Forcione

Mandala é uma palavra da língua sânscrita que quer dizer círculo. Mandala também tem outros significados como círculo mágico, concentração de energia, ou diagrama circular. Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, integração e harmonia.
A mandala pode ser utilizada de vários modos: desenvolvimento pessoal, desenvolvimento espiritual, promover cura, harmonização de pessoas e ambientes, rituais, magia, dança, decoração, arte, arquitetura.
Então, podemos dizer que a mandala serve para ativar, energizar, irradiar, concentrar, absorver, transformar, transmutar, curar e espiritualizar as pessoas que trabalham com elas, um ambiente que se quer fazer especial ou até mesmo para algo que se quer alcançar.
Em várias culturas a mandala foi símbolo de expressão científica, religiosa ou artística. A arte rupestre, o símbolo taoísta Taiji, do yin e yang, o calendário Maia, os yantras indianos, as mandalas tibetanas, as rosáceas da Catedral de Chartres, são exemplos de mandalas de diversos povos em diversas épocas.
Religiosamente as mandalas tiveram grande expressão no budismo tibetano, como forma de oferenda, contemplação, e meditação. Os monges budistas desenhavam mandalas de areia, que depois eram oferecidas a divindades ou pintavam mandalas na seda, as famosas Thankas tibetanas, onde a figura central é quase sempre um dos Budas, representando passagens de suas vidas ou o caminho do discípulo para alcançar sua realização, como a Mandala dos Quatro Budas, a da Roda do Sansara e a Mandala Kalachakra. Na Índia encontramos os yantras, usados no tantrismo, que são Mandalas geométricas que representam divindades, mantras ou o caminho para a união com o Cosmo e a Iluminação. O yantra mais conhecido é a mandala Sri Yantras, composta por vários triângulos.
Os magos trabalham em espaços mágicos, riscando círculos ou mandalas, que ativam energias direcionadas ao que se deseja alcançar. Os índios utilizam mandalas na dança e nos rituais de cura.
As mandalas, também, fizeram parte da expressão cristã dos séculos XVI, XVII e XVIII, como também dos escritos herméticos, da alquimia e da cabala. A Mandala cabalística da Árvore da Vida; a Mandala alquímica, A Conjunção; a grande rosácea da Catedral de Chartres; a cúpula do átrio da Basílica de São Marco; A Gênese são mandalas desses períodos e mostram como elas são especiais, poderosas, misteriosas e mágicas pelo que emanam às pessoas que visitam, contemplam ou meditam nesses lugares.
As mandala também são usadas nas artes plásticas em pinturas, esculturas, porcelanas e ainda na arquitetura, como em templos, pagodes, catedrais, e mais recentemente nas modernas construções.
Na área terapêutica foi Jung quem trouxe as mandalas para os consultórios. Jung pintou sua primeira mandala em 1916. Desde então costumava desenhar mandalas todas as manhãs. Seus primeiros desenhos eram somente desenhos circulares e ele não compreendia seus significados. Porém, dois anos depois observou que havia um padrão em suas mandalas e caso estivesse em conflito desenhava uma mandala alterada. Hoje em dia a mandala é usada na psicologia junguiana e transpessoal e por terapeutas que trabalham com desenvolvimento pessoal.
A mandala trabalha a pessoa nos aspectos: físico, emocional e energético. No aspecto físico promove bem-estar, relaxamento e previne o estresse. Emocionalmente, as mandalas pessoais podem trabalharconteúdos oriundos de emoções antigas, atuais ou futuras, pois o trabalho com mandalas sinaliza eventos que aconteceram, os que estão ocorrendo e os quer estão para acontecer.
Quando se desenha mandalas pessoais terapeuticamente é comum acontecer de surgirem memórias passadas que são colocadas no desenho sob forma de impressões sutis, que só será percebida por quem souber fazer a leitura do que está sendo sinalizado pelo inconsciente de quem está desenhando. A leitura dessas impressões se faz por meio do traço, da forma, das cores, dos símbolos, das marcas e vários outros aspectos que podem surgir quando se faz uma mandala pessoal.
Qualquer pessoa pode se trabalhar com mandalas, tanto com a ajuda de um terapeuta, quanto sozinho mesmo. Se optar por trabalhar-se sozinho, a pessoa pode colorir mandalas ou desenhar mandalas pessoais, geométricas ou mistas. Também, pode meditar com uma mandala que lhe seja atraente ou que o instigue alguma coisa. É um trabalho simples, mas ao mesmo tempo profundo, pois as mandalas vão colocando, de forma sutil, no lugar certo aquilo que se encontrava fora de lugar
Quanto a isso Jung diz que “a mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora”. Trabalhar com mandalas promove relaxamento psicofísico pela postura ao desenhar, pela contemplação, e pela meditação que o próprio fazer proporciona. Ainda desenvolve centramento, atenção, concentração, percepção e a intuição. Também, é um ótimo instrumento para ativar sonhos especiais ou fazer quem não se lembra deles começar a lembrá-los.
No aspecto energético a mandala ativa, energiza e irradia, aquilo a que se propõe, podendo harmonizar ambientes físico ou pessoas que estejam carregados negativamente ou com uma aura de sofrimento e tristeza. Ainda energeticamente a mandala pode levar a pessoa a contatos com dimensões superiores e ao encontro de um caminho espiritual. Por isso a mandala foi e ainda é muito utilizada, na meditação e para o desenvolvimento e ampliação da consciência.

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OS NÍVEIS DO SER HUMANO

Antonietta Graziano Forcione em 9 de Julho de 2008 @ 10:25

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OS NÍVEIS DO SER HUMANO

Há alguns anos, um buscador aproximou-se de um Mestre da
Arte Real (um verdadeiro Místico) e perguntou-lhe:

- Mestre, gostaria muito de saber por que razão os seres humanos
guerreiam-se e por que não conseguem entender-se, por mais que
apregoem estar buscando a Paz e o entendimento, por mais que apregoem
o Amor e por mais que afirmem abominar o Ódio.

- Essa é uma pergunta muito séria. Gerações e gerações a têm feito e
não conseguiram uma resposta satisfatória, por não se darem conta de
que tudo é uma questão de nível evolutivo. A grande maioria da
Humanidade do Planeta Terra está vivendo atualmente no nível 1.
Muitos outros, no nível 2 e alguns outros no nível 3. Essa é a grande
maioria. Alguns poucos já conseguiram atingir o nível 4, pouquíssimos
o nível 5, raríssimos o nível 6 e somente de mil em mil anos aparece
algum que atingiu o nível 7.

- Mas, Mestre, que níveis são esses?

- Não adiantaria nada explicá-los, pois além de não entender, também,
logo em seguida, você os esqueceria e esqueceria também a explicação.
Assim, prefiro levá-lo numa viagem mental, para realizar uma série de
experimentos e aí, então, tenho certeza, você vivenciará e saberá
exatamente o que são esses níveis, cada um deles, nos seus mínimos
detalhes.

Colocou, então, as pontas de dois dedos na testa do
consulente e, imediatamente, ambos estavam em um outro local, em
outra dimensão do Espaço e do Tempo.

O local era uma espécie de bosque, e um homem se
aproximava deles. Ao chegar mais perto, disse-lhe o Mestre:

- Dê-lhe um tapa no rosto.

- Mas por quê? Ele não me fez nada…

- Faz parte do experimento. Dê-lhe um tapa, não muito forte, mas dê-
lhe um tapa!

E o homem aproximou-se mais do Mestre e do consulente.
Este, então, chegou até o homem, pediu-lhe que parasse e, sem nenhum
aviso, deu-lhe um tapa que estalou.

Imediatamente, como se fosse feito de mola, o
desconhecido revidou com uma saraivada de socos e o consulente foi ao
chão, por causa do inesperado do ataque.

Instantaneamente, como num passe de mágica, o Mestre e o
consulente já estavam em outro lugar, muito semelhante ao primeiro e
outro homem se aproximava. O Mestre, então comentou:

- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 1. Não pensa. Age
mecanicamente. Revida sem pensar. Aprendeu a agir dessa maneira e
esse aprendizado é tudo para ele, é o que norteia sua vida, é
sua “muleta”. Agora, você testará da mesma maneira, o nosso
companheiro que vem aí, do nível 2.

Quando o homem se aproximou, o consulente pediu que
parasse e lhe deu um tapa. O homem ficou assustado, olhou para o
consulente, mediu-o de cima a baixo e, sem dizer nada, revidou com um
tapa, um pouco mais forte.

Instantaneamente, já estavam em outro lugar muito
semelhante ao primeiro.

- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 2. Pensa um pouco,
analisa superficialmente a situação, verifica se está à altura do
adversário e aí, então, revida. Se se julgar mais fraco, não revidará
imediatamente, pois irá revidar à traição. Ainda é carregado pelo
mesmo tipo de “muleta” usada pelo homem do nível 1. Só que analisa um
pouco mais as coisas e fatos da vida. Entendeu? Repita o mesmo com
esse aí que vem chegando.

A cena repetiu-se. Ao receber o tapa, o homem parou,
olhou para o consulente e assim falou:

- O que é isso, moço?… Mereço uma explicação, não acha? Se não me
explicar direitinho por que razão me bateu, vai levar uma surra!
Estou falando sério!

- Eu e o Mestre estamos realizando uma série de experimentos e este
experimento consta exatamente em fazer o que fiz, ou seja, bater nas
pessoas para ver como reagem.

- E querem ver como reajo?

- Sim. Exatamente isso…

- Já reparou que não tem sentido?

- Como não? Já aprendemos ótimas lições com as reações das outras
pessoas. Queremos saber qual a lição que você irá nos ensinar…

- Ainda não perceberam que isso não faz sentido? Por que agredir as
pessoas assim, gratuitamente?

- Queremos verificar - interferiu o Mestre - as reações mais
imediatas e primitivas das pessoas. Você tem alguma sugestão ou
consegue atinar com alguma alternativa?

- De momento, não me ocorre nenhuma. De uma coisa, porém, estou
certo: - Esse teste é muito bárbaro, pois agride os outros. Estou,
realmente, muito assustado e chocado com essa ação de vocês, que
parecem pessoas inteligentes e sensatas. Certamente, deverá haver
algo menos agressivo e mais inteligente. Não acham?

- Enfim - perguntou o buscador - como você vai reagir? Vai revidar?
Ou vai nos ensinar uma outra maneira de conseguir aprender o que
desejamos?

- Já nem sei se continuo discutindo com vocês, pois acho que estou
perdendo meu tempo. São dois malucos e tenho coisas mais importantes
para fazer do que ficar conversando com dois malucos. Afinal, meu
tempo é precioso demais e não vou desperdiçá-lo com vocês. Quando
encontrarem alguém que não seja tão sensato e paciente como eu, vão
aprender o que é agredir gratuitamente as pessoas. Que outro, em
algum outro lugar, revide por mim. Não vou nem perder meu tempo com
vocês, pois não merecem meu esforço… São uns perfeitos idiotas…
Imagine só, dar tapas nos outros… Besteira… Idiotice… Falta do
que fazer… E ainda querem me convencer de que estão buscando
conhecimento… Picaretas! Isso é o que vocês são! Uns picaretas! Uns
charlatães!

Imediatamente, aquela cena apagou-se e já se encontravam
em outro luar, muito semelhante a todos os outros. Então, o Mestre
comentou:

- Agora, você já sabe como age o homem do nível 3. Gosta de analisar
a situação, discutir os pormenores, criticar tudo, mas não apresenta
nenhuma solução ou alternativa, pois ainda usa as mesmas “muletas”
que os outros dois anteriores também usavam. Prefere deixar tudo “pra
lá”, pois “não tem tempo” para se aborrecer com a ação, que prefere
deixar para os “outros”. É um erudito e teórico que fala muito, mas
que age muito pouco e não apresenta nenhuma solução para nenhum
problema, a não ser a mais óbvia e assim mesmo, olhe lá… É um
medíocre enfatuado, cheio de erudição, que se julga o “Dono da
Verdade”, que se acha muito “entendido” e que reclama de tudo e só
sabe criticar. É o mais perigoso de todos, pois costuma deter cargos
de comando, por ser, geralmente, portador de algum diploma
universitário em nível de bacharel (mais uma outra “muleta”) e se
pavoneia por isso. Possui instrução e muita erudição. Já consegue ter
um pouquinho mais de percepção das coisas, mas é somente isso. Ainda
precisa das “muletas” para continuar vivendo, mas começa a perceber
que talvez seja melhor andar sem elas. No entanto, por “preguiça
vital” e simples falta de força de vontade, prefere continuar a
utilizá-las. De resto, não passa de um medíocre enfatuado que sabe
apenas argumentar e tudo criticar. Vamos, agora, saber como reage um
homem do nível 4. Faça o mesmo com esse que aí vem.

E a cena repetiu-se.

O caminhante olhou para o buscador e perguntou:

- Por que você fez isso? Eu fiz alguma coisa errada? Ofendi você de
alguma maneira? Enfim, gostaria de saber por que motivo você me
bateu. Posso saber?

- Não é nada pessoal. Eu e o Mestre estamos realizando um experimento
para aprender qual será a reação das pessoas diante de uma agressão
imotivada.

- Pelo visto, já realizaram este experimento com outras pessoas. Já
devem ter aprendido muito a respeito de como reagem os seres humanos,
não é mesmo?

- É… Estamos aprendendo um bocado. Qual será sua reação? O que
pensa de nosso experimento? Tem alguma sugestão melhor?

- Hoje, vocês me ensinaram uma nova lição e estou muito satisfeito
com isso e só tenho a agradecer por me haverem escolhido para
participar deste seu experimento. Apenas acho que vocês estão
correndo o risco de encontrar alguém que não consiga entender o que
estão fazendo e revidar à agressão. Até chego a arriscar-me a afirmar
que vocês já encontraram esse tipo de pessoa, não é mesmo? Mas também
se não corrermos algum risco na vida, nada, jamais, poderá ser
conseguido, em termos de evolução. Sob esse ponto de vista, a
metodologia experimental que vocês imaginaram é tão boa como outra
qualquer. Já encontraram alguém que não entendesse o que estão a
fazer e igualmente reações hostis, não é mesmo? Por outro lado, como
se trata de um aprendizado, gostaria muito de acompanhá-los para
partilhar desse aprendizado. Aceitar-me-iam como companheiro de
jornada? Gostaria muito de adquirir novos conhecimentos. Posso ir com
vocês?

- E se tudo o que dissemos for mentira? E se estivermos mal-
intencionados? - perguntou o Mestre - Como reagiria a isso?

- Somente os loucos fazem coisas sem uma razão plausível. Sei, muito
bem, distinguir um louco de um são e, definitivamente, tenho a mais
cristalina das certezas de que vocês não são loucos. Logo, alguma
razão vocês deverão ter para estarem agredindo gratuitamente as
pessoas. Essa razão que me deram é tão boa e plausível como qualquer
outra. Seja ela qual for, gostaria de seguir com vocês para ver se
minhas conjecturas estão certas, ou seja, de que falaram a verdade e,
se assim o for, compartilhar da experiência de vocês. Enfim, desejo
aprender cada vez mais, e esta é uma boa ocasião para isso. Não
acham?

Instantaneamente, tudo se desfez e logo estavam em outro
ambiente, muito semelhante aos anteriores. O Mestre assim comentou:

- O homem do nível 4 já está bem distanciado e se desligando
gradativamente dos afazeres mundanos. Já sabe que existem outros
níveis mais baixos e outros mais elevados e está buscando apenas
aprender mais e mais para evoluir, para tornar-se um sábio. Não é, em
absoluto um erudito (embora até mesmo possa possuir algum diploma
universitário) e já compreende bem a natureza humana para fazer
julgamentos sensatos e lógicos. Por outro lado, possui uma
curiosidade muito grande e uma insaciável sede de conhecimentos. E
isso acontece porque abandonou suas “muletas” há muito pouco tempo,
talvez há um mês ou dois. Ainda sente falta delas, mas já compreendeu
que o melhor mesmo é viver sem elas. Dentro de muito pouco tempo, só
mais um pouco de tempo, talvez mais um ano ou dois, assim que se
acostumar, de fato, a sequer pensar nas muletas, estará realmente
começando a trilhar o caminho certo para os próximos níveis. Mas
vamos continuar com o nosso aprendizado. Repita o mesmo com este
homem que aí vem, e vamos ver como reage um homem do nível 5.

O tapa estalou.

- Filho meu… Eu bem o mereci por não haver logo percebido que
estavas necessitando de ajuda. Em que te posso ser útil?

- Não entendi… Afinal, dei-lhe um tapa. Não vai reagir?

- Na verdade, cada agressão é um pedido de ajuda. Em que te posso
ajudar, filho meu?

- Estamos dando tapas nas pessoas que passam, para conhecermos suas
reações. Não é nada pessoal…

- Então, é nisso que te posso ajudar? Ajudar-te-ei com muita
satisfação pedindo-te perdão por não haver logo percebido que desejas
aprender. É meritória tua ação, pois o saber é a coisa mais
importante que um ser humano pode adquirir. Somente por meio do saber
é que o homem se eleva. E se estás querendo aprender, só tenho
elogios a te oferecer. Logo aprenderás a lição mais importante que é
a de ajudar desinteressadamente as pessoas, assim como estou a fazer
com vocês, neste momento. Ainda terás um longo caminho pela frente,
mas se desejares, posso ser o teu guia nos passos iniciais e te
poupar de muitos transtornos e dissabores. Sinto-me perfeitamente
capaz de guiar-te nos primeiros passos e fazer-te chegar até onde me
encontro. Daí para diante, faremos o restante do aprendizado juntos.
O que achas da proposta? Aceitas-me como teu guia?

Instantaneamente, a cena se desfez e logo se viram em
outro caminho, um pouco mais agradável do que os demais, e o Mestre
assim se expressou:

- Quando um homem atinge o nível 5, começa a entender que a
Humanidade, em geral, digamos, o homem comum, é como uma espécie de
adolescente que ainda não conseguiu sequer se encontrar e, por esse
motivo, como todo e qualquer bom adolescente, é muito inseguro e,
devido a essa insegurança, não sabe como pedir ajuda e agride a todos
para chamar atenção sobre si mesmo e pedir, então, de maneira velada
e indireta, a ajuda de que necessita. O homem do nível 5 possui a
sincera vontade de ajudar e de auxiliar a todos desinteressadamente,
sem visar vantagens pessoais. É como se fosse uma Irmã Dulce ou uma
Madre Teresa de Calcutá, da vida. Sabe ser humilde e reconhece que
ainda tem muito a aprender para atingir níveis evolutivos mais
elevados. E deseja partilhar gratuitamente seus conhecimentos com
todos os seres humanos. Compreende que a imensa maioria dos seres
humanos usa “muletas” diversas e procura ajudá-los, dando-lhes
exatamente aquilo que lhe é pedido, de acordo com a “muleta” que
estão usando ou com o que lhes é mais acessível no nível em que se
encontram. A partir do nível 5, o ser humano adquire a faculdade de
perceber em qual nível o seu interlocutor se encontra. Agora, dê um
tapa nesse homem que aí vem. Vamos ver como reage o homem do nível 6.

E o buscador iniciou o ritual. Pediu ao homem que parasse
e lançou a mão ao seu rosto. Jamais entenderá como o outro, com um
movimento quase instantâneo, desviou-se e a sua mão atingiu apenas o
vazio.

- Meu filho querido! Por que você queria ferir-se a si mesmo? Ainda
não aprendeu que agredindo os outros você estará agredindo a si
mesmo? Você ainda não conseguiu entender que a Humanidade é um
organismo único e que cada um de nós é apenas uma pequena célula
desse imenso organismo? Seria você capaz de provocar,
deliberadamente, em seu corpo, um ferimento que vai doer muito e cuja
cicatrização orgânica e psíquica vai demorar e causará muito
sofrimento inútil?

- Mas estamos realizando um experimento para descobrir qual será a
reação das pessoas a uma agressão gratuita.

- Por que você não aprende primeiro a amar? Por que, em vez de dar um
tapa, não dá um beijo nas pessoas? Assim, em lugar de causar-lhes
sofrimento, estará demonstrando Amor. E o Amor é a Energia mais
poderosa e sublime do Universo. Se você aprender a lição do Amor,
logo poderá ensinar Amor para todas as outras células da Humanidade,
e tenho a mais concreta certeza de que, em muito pouco tempo, toda a
Humanidade será um imenso organismo amoroso que distribuirá Amor por
todo o planeta e daí, por extensão, emitirá vibrações de Amor para
todo o Universo. Eu amo a todos como amo a mim mesmo. No instante em
que você compreender isso, passará a amar a si mesmo e a todos os
demais seres humanos da mesma maneira e terá aprendido a Regra de
Ouro do Universo: - Tudo é Amor! A vida é Amor! Nós somos centelhas
de Amor! E por tanto amar você, jamais poderia permitir que você se
ferisse, agredindo a mim. Se você ama uma criança, jamais permitirá
que ela se machuque ou se fira, porque ela ainda não entende que se
agir de determinada maneira perigosa irá ferir-se e irá sofrer. Você
a amparará, não é mesmo? Você deverá aprender, em primeiro lugar, a
Lição do Amor, a viver o Amor em toda sua plenitude, pois o Amor é
tudo e, se você está vivo, deve sua vida a um Ato de Amor. Pense
nisso, medite muito sobre isso. Dê Amor gratuitamente. Ensine Amor
com muito Amor e logo verá como tudo a seu redor vai ficar mais
sublime, mais diáfano, pois você estará flutuando sob os influxos da
Energia mais poderosa do Universo, que é o Amor. E sua vida será
sublime…

Instantaneamente, tudo se desfez e se viram em outro
ambiente, ainda mais lindo e repousante do que este último em que
estiveram. Então o Mestre falou:

- Este é um dos níveis mais elevados a que pode chegar o Ser Humano
em sua senda evolutiva, ainda na Matéria, no Planeta Terra. Um homem
que conseguiu entender o que é o Amor, já é um Homem Sublime,
Inefável e quase Inatingível pelas infelicidades humanas, pois já
descobriu o Começo da Verdade, mas ainda não a conhece em toda sua
Plenitude, o que só acontecerá quando atingir o nível 7. Logo você
descobrirá isso. Dê um tapa nesse homem que aí vem chegando.

E o buscador pediu ao homem que parasse. Quando seus
olhares se cruzaram, uma espécie de choque elétrico percorreu-lhe
todo o corpo e uma sensação mesclada de amor, compaixão, amizade
desinteressada, compreensão, de profundo conhecimento de tudo que se
relaciona à vida e um enorme sentimento de extrema segurança encheram-
lhe todo o seu ser.

- Bata nele! - ordenou o Mestre.

- Não posso, Mestre, não posso…

- Bata nele! Faça um grande esforço, mas terá que bater nele! Nosso
aprendizado só estará completo se você bater nele! Faça um grande
esforço e bata! Vamos! Agora!

- Não, Mestre. Sua simples presença já é suficiente para que eu
consiga compreender a futilidade de lhe dar um tapa. Prefiro dar um
tapa em mim mesmo. Nele, porém, jamais!

- Bate-me - disse o Homem com muita firmeza e suavidade - pois só
assim aprenderás tua lição e saberás finalmente, porque ainda existem
guerras na Humanidade.

- Não posso… Não posso… Não tem o menor sentido fazer isso…

- Então - tornou o Homem - já aprendeste tua lição. Quem, dentre
todos em quem bateste, a ensinou para ti? Reflete um pouco e me
responde.

- Acho que foram os três primeiros, do nível 1 ao nível 3. Os outros
apenas a ilustraram e a complementaram. Agora, compreendo o quão
atrasados eles estão e o quanto ainda terão que caminhar na senda
evolutiva para entender esse fato. Sinto por eles uma compaixão
muito profunda. Estão de “muletas” e não sabem disso. E o pior de
tudo é que não conseguem perceber que é até muito simples e muito
fácil abandoná-las e que, no preciso instante em que a s abandonarem,
começarão a progredir. Era essa a lição que eu deveria aprender?

- Sim, filho meu. Essa é apenas uma das muitas facetas do Verdadeiro
Aprendizado. Ainda terás muito que aprender, mas já aprendeste a
primeira e a maior de todas as lições. Existe a Ignorância! - volveu
o Homem com suavidade e convicção - Mas ainda existem outras coisas
mais que deves ter aprendido. O que foi?

- Aprendi, também, que é meu dever ensiná-los para que entendam que a
vida está muito além daquilo que eles julgam ser muito importante -
as suas “muletas” - e também sua busca inútil e desenfreada por
sexo, status social, riquezas e poder. Nos outros níveis, comecei a
entender que para se ensinar alguma coisa para alguém é preciso que
tenhamos aprendido aquilo que vamos ensinar. Mas isso é um processo
demorado demais, pois todo mundo quer tudo às pressas,
imediatamente…

- A Humanidade ainda é uma criança , mal acabou de nascer, mal acabou
de aprender que pode caminhar por conta própria, sem engatinhar, sem
precisar usar “muletas”. O grande erro é que nós queremos fazer tudo
às pressas e medir tudo pela duração de nossas vidas individuais. O
importante é que compreendamos que o tempo deve ser contado em termos
cósmicos, universais. Se assim o fizermos, começaremos, então, a
entender que o Universo é um organismo imenso, ainda relativamente
novo e que também está fazendo seu aprendizado por intermédio de nós -
seres vivos conscientes e inteligentes que habitamos planetas
disseminados por todo o Espaço Cósmico. Nossa vida individual só terá
importância, mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar, este
conhecimento, esta grande Verdade: - Somos todos uma imensa equipe
energética atuando nos mais diversos níveis energéticos daquilo que é
conhecido como Vida e Universo, que, no final das contas, é tudo a
mesma coisa.

- Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que necessito para poder
ensinar aos meus irmãos, precisarei de muito mais que uma vida. Ser-
me-ão concedidas mais outras vidas, além desta que agora estou
vivendo?

- Mas ainda não conseguiste vislumbrar que só existe uma única Vida e
tu já a estás vivendo há milhões e milhões de anos e ainda a viverás
por mais outros tantos milhões, nos mais diversos níveis? Tu já foste
energia pura, átomo, molécula, vírus, bactéria, enfim, todos os seres
que já apareceram na escala biológica. E tu ainda és tudo isso.
Compreende, filho meu, nada se cria, nada se perde, tudo se
transforma.

- Mas mesmo assim, então, não terei tempo, neste momento atual de
minha manifestação no Universo, de aprender tudo o que é necessário
ensinar aos meus irmãos que ainda se encontram nos níveis 1, 2 e 3.

- E quem o terá jamais, algum dia? Mas isso não tem a menor
importância, pois tu já estás a ensinar o que aprendeste, nesta breve
jornada mental. Já aprendeste que existem 7 níveis evolutivos
possíveis aos seres humanos, aqui, agora, neste Planeta Terra. O
Autor deste conto conseguiu transmiti-lo, há alguns milênios, através
da Tradição Oral, durante muitas e muitas gerações. O Autor deste
trabalho, ao ler esse conto, há muitos anos atrás, também aprendeu a
mesma lição e agora a está transmitindo para todos aqueles que vierem
a lê-lo e, no final, alguns desses leitores, um dia, ensinarão essa
mesma lição a outros irmãos humanos. Compreendes, agora, que não será
necessário mais do que uma única vida como um ser humano, neste
Planeta Terra, para que aprendas tudo e que possas transmitir esse
conhecimento a todos os seres humanos, nos próximos milênios
vindouros? É só uma questão de tempo, não concordas, filho meu?
Agora, se quem deste aprendizado tomar conhecimento e, assim mesmo,
não desejar progredir, não quiser deixar de lado as “muletas” que
está usando ou não quiser aceitar essa verdade tão cristalina, o
problema e a responsabilidade já não serão mais teus. Tu e todos os
demais que estão transmitindo esse conhecimento já cumpriram as suas
partes. Que os outros, os que dele estão tomando conhecimento,
cumpram as suas. Para isso são livres e possuem o discernimento e o
livre-arbítrio suficientes para fazer suas escolhas e nada tens com
isso. Entendeste, filho meu?

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EXIGÊNCIAS DA VIDA MODERNA (QUEM AGUENTA TUDO ISSO??)

Antonietta Graziano Forcione em 16 de Maio de 2008 @ 13:57

ATT566 - ATT566

Por Luis Fernando Veríssimo

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.

Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).

Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para… não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.
Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.

E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.

Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma.
Sobram três, desde que você não pegue trânsito.

As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.

Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.

Ah! E o sexo.
Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina.
Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução.
Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.

Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação.

Na minha conta são 29 horas por dia.

A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!

Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais.
Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher.

Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.

Agora tenho que ir.

É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.

E já que vou, levo um jornal…

Tcháu….

Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.

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FELIZ DIA DAS MÃES!

Antonietta Graziano Forcione em 10 de Maio de 2008 @ 18:06

mandala banner2 - mandala banner2

Ser mãe

Ser mãe é ser humana
É ser gente, é ser bicho
É viver sem chegar, sem partir

Ser mãe é reconhecer o mundo
Através do amor profundo
É sonhar, é sorrir, é chorar

Ser mãe é descobrir a cada dia
Que a vida recomeça
É enxergar com o coração
É música, é dança, é bonança

Ser mãe é não ter sono, nem cansaço
Plantar, adubar e colher

Ser mãe é cantar a felicidade
É ser poeta e também profeta

Ser mãe é falar o necessário
É calar, é olhar, é entender

Ser mãe é abraçar
É acarinhar, é ninar
É ter a sabedoria dos deuses
A paciência do tempo
É não ter contratempo

Ser mãe é ser anjo
É loucura, é aventura permanente
———————————————–

FELIZ DIA DAS MÃES

Desconheço o autor.

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SABEDORIA UNIVERSAL DE GANDHI

Antonietta Graziano Forcione em 7 de Maio de 2008 @ 13:43

gandhi3 - gandhi3

SABEDORIA UNIVERSAL DE GANDHI

“Aprendi, graças a uma amarga experiência, a única suprema lição: controlar a ira. E do mesmo modo que o calor conservado se transforma em energia, assim a nossa ira controlada pode transformar-se em uma função capaz de mover o mundo. Não é que eu não me ire ou perca o controle. O que eu não dou é campo à ira. Cultivo a paciência e a mansidão e, de uma maneira geral, consigo. Mas quando a ira me assalta, limito-me a controlá-la. Como consigo? É um hábito que cada um deve adquirir e cultivar com uma prática assídua.”

“O mundo não é totalmente governado pela lógica: a própria vida envolve certa espécie de violência, e a nós nos compete escolher o caminho da violência menor.”

“A oração salvou-me a vida. Sem a oração teria ficado muito tempo sem fé. Ela salvou-me do desespero. Com o tempo a minha fé aumentou e a necessidade de orar tornou-se mais irresistível… A minha paz muitas vezes causa inveja. Ela vem-me da oração. Eu sou um homem de oração. Como o corpo, se não for lavado fica sujo, assim a alma sem oração se torna impura.”

“Orar não é pedir. Orar é a respiração da alma. O meu patriotismo não é exclusivo. Engloba tudo. Eu repudiaria o patriotismo que procurasse apoio na miséria ou na exploração de outras nações. O patriotismo que eu concebo não vale nada se não se conciliar sempre, sem exceções, com o maior bem e a paz de toda a humanidade.”

“Aqueles que têm um grande autocontrole, ou que estão totalmente absortos no trabalho, falam pouco. Palavra e ação juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio.”

“O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física, espiritual. Inicialmente, escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir, precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo, descobri, todavia, seu valor espiritual. E de repente dei conta de que eram esses momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como se tivesse sido feito para o silêncio.” Mahatma Gandhi.

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ORIENTAÇÕES EXISTENCIAIS

Antonietta Graziano Forcione em 3 de Maio de 2008 @ 17:24

640 amaryllidacees - 640 amaryllidacees

Orientações
existenciais

de
Mahatma

‘O futuro não é apenas um momento
ao qual nos

dirigimos, mas principalmente o resultado do

que somos e realizamos no
presente.

Esperar que o futuro seja melhor não
ajuda

muito; O que o fará melhor é a maneira

como é construído agora. O processo de

idealização e modelagem do futuro
causa

mudanças em quem o vivencia com
sabedoria e

plasma os necessários recursos
para a materialização de objetivos.

O futuro não é uma conjuntura
predestinada

a ser bem ou mal vivida, mas uma instância

que poderá ser muito gratificante de
acordo

com o modo de ser e de viver
o presente,

aproveitando as múltiplas oportunidades

de aprendizagem que surgem a todo
instante.’

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