Arquivo de Fevereiro de 2009

NOS EUA, ATLETAS RECORREM A TRATAMENTO COM O PRÓPRIO SANGUE

Antonietta Graziano Forcione em 19 de Fevereiro de 2009 @ 14:22

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Mandala de Cura

Tratamento poderia reduzir o período de recuperação dos atletas

Dois dos maiores astros do Pittsburgh Steelers, campeão do mais recente torneio de futebol americano dos Estados Unidos, utilizaram seu próprio sangue em um tratamento inovador para lesões, antes da vitória da equipe no Super Bowl. Pelo menos um arremessador em uma das grandes equipes de beisebol, cerca de 20 jogadores de futebol profissionais e talvez centenas de atletas amadores também recorreram ao procedimento, conhecido como terapia de plasma rico em plaquetas.
Os resultados iniciais promissores do método estão assegurando aos especialistas em medicina esportiva que a terapia de plaquetas ricas em plasma, um método de tratamento bastante simples de utilizar, pode resultar em melhorias no tratamento de lesões persistentes como tendinites e problemas de articulação de cotovelos e joelhos que afligem atletas de todos os tipos.
O método está centrado na injeção de componentes do sangue do paciente diretamente na área lesionada, o que catalisa os instintos do corpo de reparar músculos, ossos e outros tecidos. O maior atrativo, dizem muitos médicos, é que a técnica parece ajudar a regenerar ligamentos e fibras de tendões, o que pode reduzir o período de reabilitação e assim evitar a necessidade de cirurgia.
A pesquisa sobre os efeitos do plasma rico em plaquetas se acelerou nos últimos meses, mas a maioria dos médicos acautela que estudos mais rigorosos serão necessários antes que a terapia possa ser declarada comprovada cientificamente. No entanto, muitos pesquisadores imaginam que o procedimento possa se tornar um método de tratamento cada vez mais popular, por motivos tanto médicos quanto financeiros.
“Trata-se de uma opção melhor para problemas que não apresentam soluções grandiosas ¿ é um método não cirúrgico e utiliza as células do próprio corpo para ajudá-lo a se curar”, disse o Dr. Allan Mishra, professor assistente de ortopedia no Centro Médico da Universidade Stanford e um dos principais pesquisadores nesse campo. “Acredito que seja justo dizer que o plasma sanguíneo rico em plaquetas tem o potencial de revolucionar não só a medicina esportiva mas todo o campo da ortopedia. Ele requer muito mais estudos, mas levar adiante o trabalho nesse campo se tornou obrigatório”.
O Dr. Neal ElAttrache, que é médico do time de beisebol Los Angeles Dodgers, usou a terapia das plaquetas ricas em plasma em julho, em um ligamento colateral dilacerado no cotovelo do arremessador Takashi Saito. Caso o problema tivesse sido combatido por meio de uma cirurgia, a temporada estaria encerrada para Saito e ele ficaria entre 10 e 14 meses afastado do esporte; mas em lugar disso ele conseguiu voltar a jogar em setembro, em tempo para a disputa do título divisional, sem sentir quaisquer dores.
Embora ElAttrache tenha declarado que não podia estar certo de que foi o procedimento que respondeu pela recuperação do arremessador - cerca de 25% dos casos desse tipo se curam sozinhos, segundo ele -, o resultado foi mais um sinal encorajador para a técnica nascente, que segundo médicos que trabalham nesse ramo poderia ajudar não só a curar as lesões de atletas profissionais mas os casos de tendinite e doenças semelhantes encontrados na população mais ampla.
“Nas últimas décadas, temos trabalhado com os efeitos mecânicos da cura - como estabelecer uma estrutura firme de sutura, como ancorar bem o trabalho cirúrgico”, disse ElAttrache. “Mas até recentemente não éramos capazes de modular com precisão o componente biológico do processo de cura. O novo método trabalha nessa área. Merece muito mais estudo antes que seja possível declarar de maneira definitiva que ele funciona. A palavra que uso para definir os resultados obtidos até agora é ‘promissores’”.
O plasma rico em plaquetas é produzido por meio da extração de uma pequena quantidade de sangue do paciente, que é submetida a filtragem ou processada em uma centrífuga de alta velocidade que separa os glóbulos vermelhos das plaquetas, responsáveis por liberar as proteínas e outras partículas envolvidas no processo de cura que o corpo mesmo conduz, dizem os médicos. Uma colher de chá ou duas da substância remanescente é injetada diretamente na área danificada, em seguida. A alta concentração de plaquetas - de três a 10 vezes o volume normalmente presente no sangue - muitas vezes catalisa o crescimento de novas células ósseas ou de tecidos macios. Porque a substância é injetada em áreas que o sangue dificilmente percorreria em outras circunstâncias, ela pode propiciar os instintos curativos das plaquetas sem deflagrar a resposta de coagulação pela qual elas são tipicamente conhecidas.
“Esse método poderia ser usado para estimular a cura de feridas em áreas que não são bem servidas em termos vasculares, como os ligamentos e tendões”, disse o Dr. Gerjo van Osch, pesquisador no departamento de ortopedia do Centro Médico Universitário Erasmus, na Holanda. “Eu defino o método como um coquetel de fatores de crescimento - é assim que costumo explicá-lo”.
Van Osch e diversos outros especialistas disseram ter usado o procedimento como opção inicial, anterior à cirurgia, por motivos que vão além dos primeiros resultados positivos apresentados. Existe pouca chance de rejeição ou de reação alérgica, porque a substância é autóloga, o que significa que vem do corpo do paciente; a injeção porta risco muito menor de infecção do que uma incisão, e não deixa cicatriz; a sessão de tratamento dura apenas 20 minutos, e o tempo de recuperação posterior é consideravelmente mais curto que o necessário a uma recuperação pós-cirúrgica.
Devido aos seus aparentes benefícios, o consenso entre os médicos é de que o procedimento merece ser adotado de maneira mais ampla. No entanto, diversos médicos apontam que a terapia com plaquetas ricas em plasma, ao menos em seu estágio atual de desenvolvimento, parece ineficaz em entre 20% e 40% dos casos, a depender da natureza da lesão. Mas eles acrescentaram que, porque o procedimento custa US$ 2 mil - ante o custo de US$ 10 mil a US$ 15 mil de uma cirurgia -, a expectativa é de que, depois de novos refinamentos, as operadoras de plano de saúde não só autorizem tratamentos com o plasma rico em plaquetas mas até mesmo o adotem como tratamento inicial na maioria dos casos.
As possibilidades do plasma rico em plaquetas como método de tratamento certamente são conhecidas no Pittsburgh Steelers. Troy Polamalu, um defensor da equipe selecionado para o jogo das estrelas da temporada, passou pelo procedimento depois de sofrer uma entorse de tornozelo em um jogo de playoff, e embora a lesão não fosse considerada especialmente séria, ele retornou saudável o bastante ao campo no domingo seguinte, contra o Baltimore Ravens - como prova a interceptação e o touchdown com corrida de 40 jardas que ele marcou.
A técnica teve papel ainda mais importante para Hines Ward, um recebedor que deixou a partida contra o Ravens no primeiro quarto depois de sofrer um rompimento parcial no ligamento colateral de seu joelho direito. No dia seguinte, ele recebeu um tratamento de plasma rico em plaquetas conhecido como “plasma autólogo condicionado”, que envolve diferentes proporções de plaquetas e outras células. Com isso, e depois de trabalho dedicado de reabilitação física e de terapia em uma câmara de oxigênio hiperbárica, Ward se recuperou o bastante para receber dois passes importantes na vitória dos Steelers sobre o Arizona Cardinals, no Super Bowl.
“Eu era o segundo na fila, a segunda cobaia”, disse Ward, se referindo ao tratamento anterior de Polamalu com o método. “Acredito que isso tenha realmente me ajudado. A lesão que sofri era séria - uma lesão que normalmente me custaria quatro ou seis semanas. Para que eu pudesse jogar de novo em apenas 15 dias… Não é fácil voltar de um rompimento de ligamento de segundo grau”.
A maioria dos médicos diz que, caso a terapia com plaquetas ricas em plasma se prove segura e efetiva em testes científicos, os maiores efeitos seriam sentidos pelos atletas amadores para os quais o esporte é recreação e parte de um estilo de vida saudável. Mishra, de Stanford, diz que “não são apenas os atletas profissionais que precisam voltar aos gramados. Todo mundo quer poder voltar àquilo que faz como diversão ou trabalho”.
Por: Alan Schwarz
Fonte: The New York Times

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O PORTEIRO DO PUTEIRO - OPORTUNIDADES E EMPREENDEDORISMO

Antonietta Graziano Forcione em 12 de Fevereiro de 2009 @ 19:27

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Mandala X

Desconheço o autor

Não havia no povoado pior ofício do que ‘porteiro do puteiro’.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que….
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias…aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens..
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..
E após foram os pregos e os parafusos… Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.’
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas´
‘Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar.

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A FORÇA CRIADORA DAS PALAVRAS

Antonietta Graziano Forcione em 9 de Fevereiro de 2009 @ 16:07

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“Dou minha palavra!” Nos anais da história, lembramos ainda hoje da importância dessa expressão. Palavra dada: honra e dignidade vivenciadas. Elas têm o poder de mudar gerações e revelar características pessoais, que fazem diferença. Emanam vibrações energéticas e se propagam indefinidamente pelo espaço.
Influem no desenvolvimento harmônico da natureza e na evolução humana. São os passaportes da vida. Induzem e revelam acordos. São chaves que abrem ou fecham o destino da humanidade, na torre de Babel do cérebro.
Inoculam poder e simbolizam saber. Sua vibração magnética pode servir beneficamente ao homem pela força criadora, por meio de afirmações, invocações e decretos. Se utilizadas de forma incorreta podem prestar um desserviço à vida. O nível de consciência se amplia quando percebemos que nossas palavras interferem nos relacionamentos e nos ambientes.
Quando alguém fala, há um eco que ressoa e retorna. Denomino esse processo de ‘eco-lógico das palavras’. Vivemos em constantes retro-alimentações, mesmo à distância, com todas as pessoas com as quais temos qualquer tipo de contato. Tudo o que falamos traz repercussões em nossa saúde.
Se deixarmos passar de 24 horas sem resolvermos nossos problemas emocionais, entramos em somatização. Afinal, o que nos aborrece, é o que nos adoece. Em outras palavras: quando guardamos situações emocionais não-resolvidas, nosso corpo responde com uma perda de tônus muscular e nossas respostas deixam de ser objetivas e precisas.
Vale ressaltar aqui que não estamos falando do tônus gerado por meio da musculação. Mas sim do tônus que os músculos têm quando o corpo está em equilíbrio. Músculos com tônus evidenciam saúde, leveza e flexibilidade – características imprescindíveis para a integração e realização de propósitos e metas.
Os diálogos são a via para a paz. Quando falamos com assertividade e mudamos nossos pensamentos, alteramos nossa fisiologia e nossas respostas externas. Num movimento endógeno (de dentro para fora), preservamos nossos órgãos e funções promovendo saúde.
No mundo de hoje, a vida se apresenta como um caos ótico - caótico. Ainda bem, afinal o caos é o princípio de toda a mudança. Nesse sentido, nós precisamos mudar alguns paradigmas para nos transformarmos em meio a esse caos: Expressões como “ver para crer” já não condiz com a realidade e passam a ser “crer para ver”.
“Orai e vigiai”, passa a ser “vigiai e orai”.
Citações como Si vis pacem, para bellum (Se queres a paz, prepara-te para a guerra) tornam-se inviáveis nos dias de hoje.
A “violência” é o apagão da alma. Quem “viola em si a essência” trai em si, a bondade e gera a violência – ou seja, a ausência do sagrado em nossas vidas. Por outro lado, paz é atitude e somatório de tudo que é bom.
Expressões como: “comunidade carente”, “dívida externa”, “fome zero”, “partido político” estressam qualquer ser humano e tiram o tônus muscular. Sugiro substituí-las por “comunidade querente”, “dívida organizada”, “alimento para todos”, “união política”. Tais transformações trazem excelência e resultados. Os criminosos, por exemplo, sabem das coisas. A expressão “crime organizado” energiza e fortalece tal prática.
Uma vez com esse conhecimento e ao mudar as palavras, o ser humano se potencializa e se capacita para vivenciar dons e criatividade. Mudamos nossas histórias de vida e possibilitamos a integração com o propósito divino em cada um de nós. Com energia vital e consciência, realizamos ações, cumprindo a que viemos – EVOLUIR.

Por Elce Nogueira Guimarães

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